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sábado, 22 de outubro de 2011

Missão de prefeitos do Centro-Oeste encerra visita à China



Uma agenda oficial nos dias 19 e 20 de outubro encerrou a missão de prefeitos da região Centro-Oeste à China.  Prefeitos liderados pelo presidente Regional da Fiemg, Afonso Gonzaga, estiveram no país asiático em contatos de prospecção de novas oportunidades de desenvolvimento.

A missão foi conduzida por Ângelo Roncalli, presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e  prefeito de São Gonçalo do Pará. Participaram como expositores nesta visita Afonso Gonzaga e o prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo.

No dia 19, a comitiva teve um encontro com Andre Saboya Martins - Ministro Conselheiro, chefe do setor comercial da Embaixada do Brasil na China. Segundo Saboya, varias missões têm chegado a Pequim em busca de prospectar novos mercados: “Prospectar oportunidades na China hoje é uma ação realizada por todos os países do mundo”.

Saboya anunciou a visita de uma missão à região Centro-Oeste possivelmente em 2012 e salientou que, a China de hoje é uma economia aberta para o mercado mundial, ávida para investimentos em diversos setores, bem como um grande mercado consumidor. “O fato é que na China não existe o ócio, ou seja, todos trabalham com um mesmo objetivo: fazer da China a primeira potencia mundial”.  

Encerrando a programação na cidade de Pequim, os prefeitos mineiros estiveram na China Association of Mayors, onde foram  recebidos por  Wang Changyuan, secretário-geral e vice-presidente desta Associação Comercial.

Fonte: Fiemg Regional Centro-Oeste

Municípios poderão apresentar emendas a União


O senador Vital do Rêgo, presidente da Comissão de Orçamento, e o deputado Arlindo Chinaglia, relator-geral da proposta para 2012. Os municípios brasileiros com até 50 mil habitantes poderão apresentar emendas diretamente para a proposta orçamentária para 2012 em tramitação na Comissão Mista de Orçamento (PLN 28/11). Essa é a principal novidade do relatório preliminar ao projeto, entregue nesta quinta-feira pelo relator-geral, Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Pelo texto, os municípios poderão indicar uma emenda no valor de R$ 300 mil a R$ 600 mil, dependendo do tamanho da população, entre oito ações previamente determinadas no relatório, nas áreas de educação, saúde básica, infraestrutura urbana e sanitária, agricultura, prevenção de desastres e recuperação de estradas vicinais. A lista das cidades está no Anexo V do relatório preliminar.
“É uma ação inédita. Estamos inaugurando uma nova fase na comissão”, disse Chinaglia. Para garantir a participação da população, o relatório determina que a emenda será definida em audiência pública promovida conjuntamente pela prefeitura e a câmara de vereadores, com ampla participação social.

O resultado da audiência será comunicado à Comissão de Orçamento, por correspondência, com data de postagem até o dia 23 de novembro. A correspondência deve identificar a obra a ser financiada com a emenda. A participação da prefeitura e das câmaras de vereadores é uma forma, segundo o relator, de garantir a “institucionalidade” da decisão.
Os recursos serão repassados mediante transferência direta para as contas das prefeituras (modalidade de aplicação 40, no jargão técnico). Caso a cidade não escolha a área beneficiada até a data limite, os recursos serão endereçados à saúde básica. Segundo o relator, 4.953 municípios brasileiros (89% do total) vão ser favorecidos com as emendas, atingindo um universo de 65 milhões de pessoas.
O deputado explicou que a ideia da emenda de iniciativa popular surgiu da sua experiência nas audiências públicas que participou em 11 estados, no início do mês, para discutir o projeto do Orçamento para 2012. Nos encontros, Chinaglia disse que a tônica era a cobrança por mais recursos federais para atender problemas específicos dos estados.
Valor carimbado

O parecer destina R$ 2,209 bilhões para as emendas dos municípios. Essa é a única despesa, ao lado das emendas parlamentares, que o relatório “carimba”. Para as emendas individuais dos parlamentares, é destinado o mesmo valor do ano passado (R$ 13 milhões por parlamentar), que totaliza R$ 7,722 bilhões. As emendas coletivas receberam R$ 11,1 bilhões. Todos os recursos sairão do acréscimo de receita aprovado nesta semana pela comissão.
As três destinações são as únicas com valores identificados no relatório preliminar. Chinaglia elencou uma lista de despesas que atenderá, mas não se comprometeu com números.
A estratégia é definir valores nas negociações com o governo, os demais poderes e os integrantes do colegiado, com o relator atuando como interlocutor de todas as partes. É o caso, por exemplo, dos reajustes para servidores públicos, a compensação para os estados exportadores (Lei Kandir), e a revisão de benefícios previdenciários equivalentes e superiores ao salário mínimo.
Relatores setoriais

Além de estimular a participação social na decisão da alocação dos recursos federais, o relatório preliminar traz ainda outra marca que o diferencia dos anos recentes. Chinaglia destinou uma parte substancial da reserva de recursos – composta do acréscimo da receita e de parte da reserva de contingência – para os dez relatores setoriais atenderem as emendas de bancadas e comissões.
São R$ 6,1 bilhões, o triplo do que foi reservado para os setoriais no ano passado. Essa medida dará mais poder à fase setorial do Orçamento, descentralizando a definição das despesas de 2012.
Em compensação, o relatório reduz a margem de remanejamento de recursos para os relatores setoriais. Eles só poderão cancelar até 20% do total programado para investimento. Se o investimento for do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a margem de cancelamento é ainda menor (10%).
No ano passado esses percentuais eram de, respectivamente, 30% e 15%. O corte de dotação é feito para liberar recursos, que são apropriados pelo relator setorial para atender áreas de seu interesse.
Votação do relatório

O presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que pretende colocar o relatório preliminar em votação na próxima semana – na quarta (26) ou na quinta (27). O prazo de apresentação de emendas começa nesta sexta (21) e vai até terça (25).
Esse cronograma vai depender de negociação com os parlamentares com assento no colegiado, que agora vão se inteirar do texto.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Adiada a votação do veto de divisão dos royalties


A pedido do presidente da Câmara, Marco Maia, o presidente do Senado, José Sarney, concordou em adiar a votação do veto presidencial à nova regra sobre divisão de royalties do petróleo, prevista para a próxima quarta-feira (26), pelo Congresso Nacional.
 
Marco Maia comunicou ao presidente José Sarney que a Câmara precisará de mais tempo para votar o projeto aprovado ontem no Senado (PLS 448/11), que define a redistribuição de royalties do petróleo. Ele acredita que será possível votar a matéria em Plenário na primeira semana de novembro, mas ressaltou que a data e os procedimentos de votação ainda serão definidos na próxima terça-feira (25), às 16 horas, durante reunião de líderes da Câmara e do Senado para tratar especificamente desse assunto.

Existia um acordo prévio para que a Câmara e o Senado votassem esse projeto até dia 25 de outubro, caso contrário, o presidente do Senado colocaria em votação no Congresso o veto presidencial à emenda Ibsen, como ficou chamada a divisão igualitária dos royalties entre todos os estados.

Segundo Maia, o Senado cumpriu o acordo, ao votar um projeto antes do dia 26, e a Câmara também, ao segurar a votação de medidas provisórias que, se aprovadas poderiam trancar a pauta de votação do Senado e impedir, assim, a análise do PLS 448/11.

Maia lembrou que já na próxima semana a Câmara estará com a pauta trancada por três medidas provisórias, sendo que uma delas é bem complexa, a MP 540/11, que trata do Plano Brasil Maior.

O presidente da Câmara reconheceu que o tema dos royalties “não terá consenso nunca”, devido à complexidade e o grau de polêmica que possui. Mas ressaltou que, ao mesmo tempo, é preciso deixar que os estados produtores se expressem durante discussões na Câmara, apesar de a maioria das bancadas serem favoráveis ao projeto do Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Simpósio Mineiro de Saúde discute a atenção primária


Quem ainda não fez a inscrição para o Simpósio Mineiro da Saúde deve correr, pois as vagas são limitadas e o prazo está chegando ao fim. O evento, promovido pela Associação Mineira de Municípios (AMM), ocorre nos dias 25 e 26 deste mês e será realizado na Associação Médica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. O tema do encontro será a “A Atenção Primária em Saúde como Eixo Estruturador”. O investimento é de R$ 100 para municípios afiliados e R$ 350 para o público em geral. Inscrições somente no Portal AMM – www.portalamm.org.br.

Segundo a assessora do Departamento de Saúde da AMM, Sandra de Fátima Ferreira, o evento é uma boa ocasião para buscar avanços para a área da saúde. “O Simpósio é uma grande oportunidade para que representantes de todos os municípios discutam políticas públicas de saúde, suas metas e desafios”, explica.

No primeiro dia, o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge, vai abordar “A Atenção Primária à Saúde e o seu Papel no Programa Mães de Minas”. Outros assuntos como “Valorização, Qualificação e Fortalecimento da Atenção Básica”, “A Atenção Primária de Saúde, como Eixo Estruturador em Minas Gerais”, também serão discutidos durante o Simpósio. No dia 25 teremos ainda um debate sobre o “Desafio da Atenção Primária de Saúde para Equidade”, coordenado por Maria Rizoneide, professora do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon).

Na abertura do segundo dia do evento, o coordenador estadual de Urgência e Emergência da Secretária de Estado de Saúde de Minas Gerais, Rasível dos Reis Santos Júnior, discutirá sobre o Projeto Estadual de Urgência e Emergência de Minas Gerais, e o secretário municipal de Saúde de Pirapora, Sinvaldo Alves Pereira, falará sobre “Experiência na Implantação da Urgência e Emergência na Atenção Primária”.

Entre os temas que serão discutidos estão: “Saúde da Família como Estratégia para Organização da Atenção Primária”, “Vigilância em Saúde na Atenção Primária” e  a assessora técnica em Saúde da AMM, Sandra de Fátima, coordenará a discussão sobre “Saúde da Família como Estratégia para Organização da Atenção Primária”, onde teremos a enfermeira e especialista em Administração de Unidades Básica de Saúde, Kátia Ferreira Costa Campos, e o coordenador estadual do Hiperdia, Ailton Cezário Júnior.

Na mesa de Vigilância em Saúde na Atenção Primária, o subsecretário de Proteção e Vigilância em Saúde da SES/MG, Carlos Alberto,  falará sobre “As ações de Promoção de Saúde na Atenção Primária” e o prefeito de Gouveia, Geraldo de Fátima Oliveira, abordará a experiência do município na Promoção de Saúde. Outra mesa que trará uma boa discussão entre os gestores é a sobre Contratos Organizativos de Ação Pública em Saúde, que teremos o assessor jurídico da COSEMS/MG Ricardo Assis Alves Dutra, o assessor jurídico do COSEMS/MG, Tadahiro Tsubouchi e o coordenador do CAO-Saúde do MP, Gilmar de Assis.

PARTICIPE
Simpósio Mineiro de Saúde

Data: 25 e 26 de outubro
Horário: 9h às 17h
Local: Associação Médica de Minas Gerais ( Av. João Pinheiro 161, centro ( Belo Horizonte - MG ) 


FONTE: ASCOM AMM